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Brasil História analisa mistérios que cercam Aleijadinho



Em junho, a publicação da Duetto Editorial dedica capa ao mestre do barroco brasileiro, explorando caráter mítico de sua vida e obra.



A edição de junho da Brasil História explora a vida e a obra de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, considerado um dos principais artistas da História brasileira. Em cinco artigos, a revista discute os mistérios que envolvem a figura do artista, analisa suas principais obras, mostrando a dificuldade em classificá-las, traça um panorama político das Minas Gerais na segunda metade do século XVIII, e faz um roteiro de visitas às obras do mestre barroco encontradas nas cidades históricas mineiras.



Logo de início, o dossiê de Brasil História expõe uma questão intrigante: Aleijadinho, artista ou mito? Séculos após sua morte, pesquisadores analisam os mistérios que envolvem sua vida e levantam dúvidas até mesmo sobre sua real existência. A extensa quantidade de documentos e livros revela uma também numerosa série de interpretações controvérsias sobre a biografia do artista. Não se sabe ao certo, por exemplo, se Aleijadinho teria nascido em 1730 ou em 1738. Sabe-se apenas que faleceu em 18 de novembro de 1814, em Vila Rica, atual Ouro Preto.



A mística em torno dele traz mistérios ainda mais instigantes: como um deficiente físico, com problemas sérios nas mãos, poderia produzir tantas esculturas? Seria realmente a hanseníase responsável por suas deformações e amputações? Como era sua figura, já que todos os seus retratos foram feitos após sua morte? E, finalmente, Aleijadinho realmente existiu ou é apenas uma lenda histórica? Tudo isso é examinado pela revista.



Entre as obras mais famosas atribuídas a Aleijadinho, destaque para as que estão em Congonhas do Campo, no Santuário de Bom Jesus de Matosinho. São elas: o conjunto de 66 estátuas que compõe as seis capelas dos Passos da Paixão, e os 12 profetas esculpidos em pedra sabão que ornamentam a entrada do santuário.



A Brasil História de junho traz ainda uma reportagem sobre Pandiá Calógeras, o primeiro civil a ocupar o Ministério da Guerra, em 1919, e outras duas sobre Mário de Andrade, revelando o lado expedicionário e de administrador cultural do escritor, até então pouco conhecidos. A entrevista do mês é com Silviano Santiago, crítico literário e escritor, que se debruça nas raízes da América Latina.

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