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Educação a Distância

MEC busca estratégias para Educação Superior a Distância
08/10/04

A Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC) criou um grupo de trabalho que pretende oferecer subsídios para a formulação de ações estratégicas à educação a distância em nível superior. O Grupo vai realizar estudos, pesquisas, debates, palestras, seminários regionais e nacionais para apresentar, em 120 dias, o documento Ações Estratégicas em Educação Superior a Distância em Âmbito Nacional.
Para tanto, o grupo contará com a participação das instituições federais de educação superior, sociedades científicas, empresas e outros setores organizados da sociedade. "Nosso trabalho consiste na reflexão sobre as ações estratégicas do ensino superior a distância, além de ter a incumbência de produzir diretrizes para a SESu produzir projetos", explica Godofredo de Oliveira Neto, diretor do Departamento de Política do Ensino Superior e presidente do grupo de trabalho.
De acordo com o Decreto nº 2.494, educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com mediações de recursos didáticos, de maneira informal. O objetivo é aproximar as pessoas, encurtando distâncias. "O ensino superior a distância dará a chance de estudo às pessoas de regiões longínquas, deficientes, ou que têm outra dificuldade", disse o professor Marcos da Fonseca Elia, coordenador do grupo de trabalho. "Até os deficientes visuais poderão navegar pela internet", garante.
Elia manifesta a preocupação em buscar formas de assegurar a qualidade do ensino a distância. Segundo ele, esse tipo de ensino contribui para suprir a carência de vagas públicas na educação superior. "O processo é novo e lento e deve ser estudado com cautela. O importante é o esforço do MEC para aceitar o ensino a distância como um meio para mudar a maneira de atuar da academia."
O preconceito com o ensino superior a distância é visível, como afirma o professor Rubens de Oliveira Martins, coordenador-geral de Supervisão Indutora e Assuntos de Ensino a Distância e Seqüencial. "O preconceito é grande. A educação a distância é séria, mas é mais complexa do que o ensino regular".
Rubens diz que o perfil do aluno do ensino a distância é de pessoas mais maduras, que querem realmente estudar. "O que me chama mais a atenção nesses cursos é o perfil majoritário de formação de professores, que não têm tempo durante o dia e precisam de formação acadêmica", relata o professor.

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