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Unifesp 2003

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Resolução do CURSO ANGLO VESTIBULARES

1) Conflitos e lutas sociais variadas originaram as crises que fizeram o Estado romano passar do governo monárquico ao republicano e deste, ao imperial. Nos três regimes políticos, contudo, os integrantes de um único grupo, ou classe social, mantiveram sempre o mesmo peso e posição. Foram os, assim chamados,

A) plebeus (isto é, populares).
B) proletários (isto é, sem bens).
C) patrícios (isto é, nobres).
D) servos (isto é, escravos).
E) clientes (isto é, dependentes).

Resposta: C
Resolução: A Banca incorre em erro ao considerar que os patrícios mantiveram o mesmo "peso e posição" ao longo da Monarquia, da República e do Império. Se os patrícios mantiveram o mesmo peso e posição de destaque social e político na história de Roma, por que então ocorreram mudanças de regime político? Mais precisamente:
• Durante a Monarquia (aproximadamente desde o século VIII a.C. até o século VI a.C.), os patrícios, enquanto aristocratas proprietários de terra, possuíam forte influência junto ao rei, através do Senado (Conselho dos Anciãos). Porém, após a invasão etrusca (século VII a.C.), sua influência desapareceu com a ascensão ao poder de reis estrangeiros (etruscos).
• No início da República (séculos VI-I a.C.), implantou-se um regime oligárquico fundado no monopólio de poder por parte da aristocracia patrícia. De fato, o regime republicano representou o auge do poder patrício. Porém, ao longo de 500 anos, profundas mudanças econômicas, sociais e políticas foram abalando sua posição e diminuindo seu peso (concessão de direitos aos plebeus, ascensão do exército e advento das ditaduras militares).
•Finalmente, no período do Império (séculos I a.C-V), criou-se um novo pacto político em que a elite patrícia perdia o monopólio do poder, compartilhando sua elevada posição com novos grupos (os homens-novos, por exemplo) e submetendo-se politicamente ao exército.
Portanto, a partir desta breve reflexão (ao alcance de qualquer aluno do Ensino Médio), fica claro o quão incorreto é afirmar a imobilidade de "peso e posição" dos patrícios.




2) Ao longo de toda a Idade Média, a unidade do cristianismo ocidental (rompida, no século XVI, com a Reforma protestante) foi, em grande parte, mantida porque:

A) os abusos e a corrupção não existiam ainda no interior da Igreja.
B) as heresias não conseguiram ganhar adeptos fora dos círculos da Igreja.
C) os reis e imperadores podiam ser destituídos livremente pela Igreja.
D) as disputas e crises foram habilmente administradas e absorvidas pela Igreja.
E) os cristãos ortodoxos aceitaram se tornar membros subalternos da Igreja.

Resposta: D
Resolução: Mesmo com o esfacelamento do Estado romano e o processo de descentralização política assistido pela Europa ocidental, a Igreja conseguiu manter-se como instituição sólida, com crescente influência política ao longo da Idade Média. Atuando como defensora do papado e dos dogmas por ela estabelecidos, reprimiu com êxito seitas e movimentos considerados "heréticos", mantendo assim a unidade do cristianismo até meados do século XVI.


3) Se como concluo que acontecerá, persistir esta viagem de Lisboa para Calicute, que já se iniciou, deverão faltar as especiarias às galés venezianas e aos seus mercadores.
(Diário de Girolamo Priuli.Julho de 1501) Esta afirmação evidencia que Veneza estava

A) tomada de surpresa pela chegada dos portugueses à Índia, razão pela qual entrou em rápida e acentuada decadência econômica.
B) acompanhando atentamente as navegações portuguesas no Oriente, as quais iriam trazer prejuízos ao seu comércio.
C) despreocupada com a abertura de uma nova rota pelos portugueses, pois isto não iria afetar seu comércio e suas manufaturas.
D) impotente para resistir ao monopólio que os portugueses iriam estabelecer no comércio de especiarias pelo Mediterrâneo.
E) articulando uma aliança com outros estados italianos para anular os eventuais prejuízos decorrentes das navegações portuguesas.

Resposta: B
Resolução: A questão trata do período da expansão marítima européia na época moderna, especificamente do fim do monopólio veneziano no comércio das especiarias. A alternativa B se justifica, pois no texto encontramos: "se (…) persistir esta viagem de Lisboa para Calicute, que já se iniciou (…)", o que implica "atento acompanhamento das navegações portuguesas".




4) Com o advento e a consolidação do capitalismo, na época moderna, o trabalho pôde, ao contrário do que ocorria no feudalismo, se tornar livre de qualquer coação extra-econômica. Isto foi possível porque:

A) os empresários perderam seus benefícios especiais.
B) o Estado perdeu o poder de controlar os sindicatos.
C) as corporações de ofício perderam seus monopólios.
D) os trabalhadores perderam os seus meios de produção.
E) os proprietários de terras perderam seus privilégios.

Resposta: D
Resolução: Entendemos que a questão não tem resposta, pois apresenta problemas na sua formulação, tais como:
1) não mencionar o período da época moderna, nem a região em que o capitalismo foi "consolidado". Ora, como se sabe, tal conso-lidação não se deu ao mesmo tempo, havendo regiões, como o sul da França, a Europa Oriental e Central, onde as relações feudais persistiram até o século XIX, o que explica as revoluções burguesas do período.
2) afirmar que, no capitalismo, os trabalhadores "perderam" os seus meios de produção, em contraposição ao que ocorreu no feudalismo. Essa idéia pressupõe, de maneira errônea, que nesse sistema os trabalhadores eram detentores de meios, ou seja, da terra.
3) afirmar que o trabalhador se torna livre "de qualquer coação extra-econômica". Isso é, no mínimo discutível, uma vez que, na Idade Moderna, os próprios donos dos meios de produção, a Burguesia, sofriam a coação político-ideológica do Estado Absoluto, que garantia em vários países, como a França, os privilégios da aristocracia de origem feudal.
Caso o examinador tivesse feito referência à Idade Contemporânea, ainda estaria errada a afirmação, já que nos séculos XVIII e XIX, e mesmo no século XX, vigoravam leis que proibiam greves, associações e sindicatos de trabalhadores, sendo esses últimos duramente reprimidos pelo aparato coercitivo do Estado burguês.


5) Nas outras monarquias da Europa, procura-se ganhar a benevolência do rei; na Inglaterra, o rei procura ganhar a benevolência [da Câmara] dos Comuns. (Alexandre Deleyre. Tableau de l’Europe. 1774)
Essa diferença entre a monarquia inglesa e as do continente deve-se

A) ao rei Jorge III que, acometido por um longo período de loucura, tornou-se dependente do Parlamento para governar.
B) ao fato da casa de Hannover, por sua origem alemã, gozar de pouca legitimidade para impor aos ingleses o despotismo esclarecido.
C) ao início da rebelião das colônias inglesas da América do Norte contra o monarca, que o obrigou a fazer concessões.
D) à peculiaridade da evolução política inglesa a qual, graças à Magna Carta, não passou pela fase da monarquia absolutista.
E) às revoluções políticas de 1640 (Puritana) e 1688 (Gloriosa), que retiraram do rei o poder de se sobrepor ao Parlamento.

Resposta: E
Resolução: O texto ressalta a diferença entre a monarquia inglesa e as demais monarquias da Europa no século XVIII. Nesse período, a maioria dos reis europeus mantinham regimes absolutistas. A Inglaterra, motivada por grandes transformações sociais, já no século XVII havia realizado duas revoluções burguesas — a Puritana, em 1640, e a Gloriosa, em 1688 —, encerrando o absolutismo, com a supremacia do Parlamento sobre o rei, e abrindo caminho para o desenvolvimento capitalista industrial.


6) Antigamente os homens na América [do Norte] podiam ser seus próprios dirigentes... [mas agora] estes sonhos não se realizam... A classe operária deste país... repentinamente descobriu que o capital é tão rígido como uma monarquia absoluta. ( National Labor Tribune, 1874) O texto:

A) desmente a idéia de que os trabalhadores não sentiam simpatia pelo socialismo.
B) lamenta a concentração industrial, que reduzia as chances da livre-iniciativa.
C) constata, esperançoso, o fim da era que havia permitido os self-made men.
D) propõe a democratização como remédio ao desaparecimento das oportunidades.
E) critica os empresários que ainda sonhavam criar seu próprio negócio.

Resposta: B
Resolução: O texto refere-se às características do capitalismo do final do século XIX, quando foi dominado pelo monopolismo dos trustes e dos cartéis. Em conseqüência, não só a classe operária foi submetida ao grande capital, como também a pequena e a média burguesia.


7) Morrer pela Pátria, pela Idéia [...] Não, isso é fugir da verdade. Mesmo no front, matar é que é importante [...] Morrer não é nada, isso não existe. Ninguém pode imaginar sua própria morte. Matar é o importante. Essa é a fronteira a ser cruzada. Sim, esse é o ato concreto de vontade. Porque aí você torna sua vontade viva na de outro homem.
Esse texto, de 1943-45, expressa a visão de mundo de um adepto da ideologia:

A) comunista.
B) liberal.
C) fascista.
D) anarquista.
E) darwinista.

Resposta: C
Resolução: A ideologia fascista construiu uma racionalidade típica, na qual os valores humanos eram desconsiderados. Seus traços podem ser reconhecidos em quase todos os seus movimentos que objetivavam incutir o ideal nacionalista a fim de justificar o uso da força militar como recurso natural para submeter povos considerados por eles "inferiores" e inimigos da pátria.


8) Uma das ironias deste estranho século XX é que o resultado mais duradouro da Revolução de Outubro de 1917, cujo objetivo era a derrubada global do capitalismo, foi salvar seu antagonista, tanto na guerra quanto na paz.
(Eric J. Hobsbawm, A Era dos Extremos, 1995)
De acordo com a argumentação do autor, a União Soviética salvou o capitalismo graças à

A) vitória militar na 2ª Guerra Mundial e ao planejamento econômico para substituir a economia de mercado.
B) neutralidade na 1ª Guerra Mundial e à utilização da economia de mercado para fomentar a industrialização.
C) aliança com a Alemanha nazista, em 1939, e ao colapso dos planos qüinqüenais para desenvolver a economia.
D) derrota na guerra fria, entre 1945-1962, e ao fracasso na tentativa de fomentar a industrialização da Europa oriental.
E) retirada dos mísseis de Cuba, em 1962, e ao sucesso na ajuda à implementação da economia socialista na China.

Resposta: A
Resolução: De acordo com a argumentação do autor, a URSS, ao criar, um planejamento de reformas econômicas caracterizado pelo intervencionismo (a NEP, na década de 1920, e os planos qüinqüenais, na década de 1930), inspirou em parte o intervencionismo adotado nos Estados Unidos (New Deal) e nos demais países capitalistas para superarem a grande depressão de 1929. E ao se aliarem à URSS, os norte-americanos conseguiram vencer a Segunda Guerra Mundial, derrotando as Tropas do Eixo, em 1945.


9) Não foi espírito evangélico que armou de mosquetes 80 ou 100 mil índios e erigiu um poder intermediário do rio da Prata ao Amazonas, que um dia poderá ser fatal às potências dominantes da América do Sul. (Duque Silva Tarouca, 1758) O texto:

A) alerta para o perigo representado pela atuação dos jesuítas.
B) critica o uso da violência para desarmar os índios.
C) elogia a ocupação de todos os territórios indígenas.
D) denuncia a ação política das potências protestantes.
E) defende a política religiosa das potências ibéricas.

Resposta: A
Resolução: A atuação da Companhia de Jesus na América orientou-se pela montagem das missões, em que a produção baseava-se na semi-servidão de trabalhadores indígenas. O fluxo de renda resultante fez da Ordem jesuítica uma das mais fortes e influentes da Igreja. Em meados do século XVIII (época em que se produziu o texto do enunciado), o conservadorismo dos jesuítas confrontou-se com as novas idéias iluministas, que encontravam espaço no regime déspota esclarecido do Rei D. José e de seu ministro Pombal. Daí a visão dos missionários e seus índios armados como ameaça aos interesses luso-espanhóis no continente.

10) Com relação à economia do açúcar e da pecuária no nordeste durante o período colonial, é correto afirmar que:

A) por serem as duas atividades essenciais e complementares, portanto as mais permanentes, foram as que mais usaram escravos.
B) a primeira, tecnologicamente mais complexa, recorria à escravidão, e a segunda, tecnologicamente mais simples, ao trabalho livre.
C) a técnica era rudimentar em ambas, na agricultura por causa da escravidão, e na criação de animais por atender ao mercado interno.
D) tanto em uma quanto em outra, desenvolveram-se formas mistas e sofisticadas de trabalho livre e de trabalho compulsório.
E) por serem diferentes e independentes uma da outra, não se pode estabelecer qualquer tentativa de comparação entre ambas.

Resposta: B
Resolução: Uma das diferenças que pode ser mencionada, ao se comparar a economia açucareira e a economia da pecuária, refere-se à questão da mão-de-obra. Enquanto na primeira, tanto no canavial quanto no engenho, predominava o trabalho dos escravos, na pecuária, atividade que requeria um número bem menor de trabalhadores, a mão-de-obra predominante era a livre.


11) Sendo o clero a classe que em todas as convulsões políticas sempre propende para o mal, entre nós tem sido o avesso; é o clero quem mais tem trabalhado, e feito mais esforços em favor da causa, e dado provas de quanto a aprecia.
(Montezuma, Visconde de Jequitinhonha, em 5 de novembro de 1823) O texto sugere que o clero brasileiro

A) defendeu a política autoritária de D. Pedro I..
B) aderiu com relutância à causa da recolonização.
C) preferiu a neutralidade para não desobedecer ao Papa.
D) viu como um mal o processo de independência.
E) apoiou ativamente a causa da independência.

Resposta: E
Resolução: As palavras do Visconde de Jequitinhonha foram pronunciadas em 1823, época em que a Independência do Brasil já havia sido proclamada e entrávamos na fase de formação e reconhecimento do Estado brasileiro. Nesse processo, a parcela progressista do clero teve participação ativa, apoiando a ruptura política com Portugal e, não raras vezes, a instauração da República e a abolição da escravatura. Destacam-se, dentre tantas personagens dos confrontos vividos, as figuras de Frei Caneca e de Padre Diogo Antônio Feijó.


12) As condições da população escrava, aqui, são muito menos ignóbeis e infelizes, do que esperava encontrar. Os escravos são, em geral, tratados com bondade e humanidade pelos seus donos. (Walter Colton, 1850)
Eu preferia ser um carneiro, um porco ou um boi; ter liberdade, alimento e descanso durante certo tempo e depois ser abatido, do que ser um escravo em certas plantações. (Thomas Ewbank, 1856). Sobre essas duas afirmações, de viajantes norte-americanos ao Brasil na metade do século XIX, é possível afirmar que

A) somente a primeira é correta, pois, como demonstraram muitos historiadores, os escravos eram bem tratados.
B) somente a segunda é correta, pois, como demonstraram muitos historiadores, os escravos eram maltratados.
C) as duas estão erradas, pois, os viajantes confundiram a escravidão daqui com a escravidão no Sul dos Estados Unidos.
D) as duas estão corretas, pois, o tratamento dado aos escravos variava conforme os senhores e as atividades econômicas.
E) ambas se equivocam, pois, a escravidão naquele momento vivia a crise decorrente da extinção do tráfico.

Resposta: D
Resolução: A questão apresenta dois textos aparentemente contraditórios. Entretanto, eles comprovam como o cotidiano dos escravos e, acima de tudo, a forma como os senhores tratavam a sua mão-de-obra eram diversificados. Se, por um lado, é correto afirmar que alguns cativos eram extremamente maltratados por seus proprietários, por outro lado, apesar de também viverem o drama da escravidão, muitos não sofriam castigos tão cruéis quanto os tradicionalmente relacionados à ordem escravocrata.



13) Alfredo Bosi, um dos maiores críticos da literatura brasileira, indaga: Obras como Paulicéia Desvairada e Memórias Sentimentais de João Miramar, já formalmente modernas, não poderiam ter sido escritas sem a abertura dos seus autores ao que se estava fazendo na França e, via França, na Itália futurista, na Alemanha expressionista, na Rússia revolucionária
e cubo-futurista? Em seguida, o autor responde: Parece que não.
A ponderação do autor, com relação ao movimento modernista brasileiro dos anos vinte do século passado,

A) mostra a influência das vanguardas européias no seu desenvolvimento.
B) defende que sua literatura não estava aberta às influências européias.
C) lamenta o fato de ele não ter sofrido influência das vanguardas francesas.
D) sugere que, ao se deixar influenciar pela Europa, ele foi pouco criativo.
E) elogia indiretamente a ausência nele de influências inglesas e ibéricas.

Resposta: A
Resolução: A questão exigia, sobretudo, a interpretação de texto do crítico Alfredo Bosi, em que ele apresenta informação clássica a respeito do movimento modernista brasileiro dos anos 1920: foi profundamente influenciado pelas vanguardas européias. Ainda que não tenham puramente copiado a produção estética da Europa do início do século XX, os artistas brasileiros incorporaram tal referência para renovar a produção nacional.



14) Em 1956, discutia-se no Brasil a extensão da CLT aos trabalhadores rurais. O texto a seguir foi extraído um jornal do dia 22 de fevereiro daquele ano: Como se pode pretender aplicar a Consolidação das Leis do Trabalho aos que militam na lavoura, se a muitos de seus dispositivos, nos meios urbanos, deve ser atribuída a inútil discórdia que se estabelece entre patrões e empregados? A posição expressa pelo jornal pode ser considerada

A) populista.
B) progressista.
C) conservadora.
D) socialista.
E) paternalista.

Resposta: C
Resolução: O texto jornalístico destacado revela uma posição conservadora, porque atribui às leis trabalhistas e previdenciárias que beneficiavam os empregados urbanos as discórdias entre patrões e assalariados.
Portanto, a extensão desses direitos aos trabalhadores rurais poderia provocar conflitos sociais também no campo.



15) Todo discurso conservador se opõe tenazmente, e freqüentemente de forma feroz, a qualquer mudança do status quo, isto é, a qualquer política que leve à distribuição de renda. A busca da justiça social é rejeitada por esse tipo de pensamento.
A julgar pelas opiniões emitidas hoje sobre o passado republicano e democrático do Brasil, tanto pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, quanto por praticamente todos os candidatos nas últimas eleições à presidência da República, pode-se afirmar que, quanto mais o tempo passa, mais parece se consolidar a imagem positiva do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Isto se deve, fundamentalmente,

A) ao salário mínimo elevado.
B) à construção de Brasília.
C) ao rompimento com o FMI.
D) à modernização do campo.
E) à expansão industrial.

Resposta: E
Resolução: Apesar da irresponsabilidade fiscal do presidente Juscelino Kubitschek, que gerou um processo inflacionário, e do elevado endividamento externo, governo J.K. tem recebido muitos elogios em razão do acelerado crescimento do setor industrial e das posições democráticas que defendeu.

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