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Campus Party

Campus Party se consolida como um dos principais eventos mundiais ligados à internet

Elisa Marconi e Francisco Bicudo
Site do SINPROSP

Pelo terceiro ano consecutivo, São Paulo sediou um mega-encontro que se organiza para celebrar a rede mundial de computadores, a inovação tecnológica e todos os assuntos ligados direta ou indiretamente ao mundo da cibernética. Longe de ser apenas uma exposição de empresas oferecendo o que há de novo no mercado dos computadores, ou uma feira de “nerds”, como se costuma dizer no universo jovem, a Campus Party é antes uma reunião de militantes do mundo virtual que têm como objetivo debater e compartilhar conhecimentos, softwares, ideias, indignações e, porque não, protestos e soluções.

Os participantes, chamados de “campuseiros”, mudam-se durante sete dias para o pavilhão onde acontece o evento, com seus computadores a tira-colo. Acampam em barracas cedidas pelos organizadores e se alimentam, tomam banho e dormem ali mesmo. Uma banda de internet ultra-veloz fica disponível para os mais de 6 mil inscritos acampados (no total, são mais de cem mil visitantes), que ainda frequentam palestras, oficinas, reuniões para troca de experiências e, claro, aproveitam para passar algumas horas navegando na internet e jogando os games de última geração.

O diretor de conteúdo da Campus Party, Sergio Amadeu, faz questão de ressaltar que a alma do evento, no mínimo incômoda para quem vive na sociedade real, ou melhor, na “realidade presencial”, como ele prefere chamar, está justamente nas discussões ligadas à cidadania incentivadas pela iniciativa, que representam a parte mais inovadora e importante do encontro. Ele afirma que, na edição de 2010, a organização apostou com muita ênfase nos temas ligados à educação, à inclusão, ao combate à violência contra a criança e, evidentemente, nos debates a respeito das liberdades do cidadão. Não foi à toa, portanto, que a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República marcou presença pela primeira vez na Campus Party.

O SINPRO-SP conversou com Sergio Amadeu, que é sociólogo, professor universitário e especialista em comunicação tecnológica, para entender os debates que animaram a reunião e ajudar a descobrir como todo aquele universo pode caber nas salas de aula. Leia aqui
CAMPUS PARTY 2

 

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